Saiba o que é e como você pode prevenir

Muito trabalho, prazos apertados, concorrentes competentes, preocupação com a graduação, com a pós-graduação, com os treinamentos, cursos, é preciso estar atento aos olhares do chefe, ao que agrada, ao que deixa de agradar, a visão dos clientes, a satisfação deles… É tanta preocupação que chega ao final do dia da de trabalho e muita gente sente-se com a sensação de ter terminado de lutar uma guerra! Um tipo de estresse comum, mas que pode preocupar. Se chega ao seu grau mais elevado, o estresse no trabalho pode ganhar um nome preocupante: a síndrome de Bournout.

Entenda a síndrome de Bournout

Ao pé da letra, a palavra Bournout significa desgaste emocional, ou seja, é o ponto máximo de estresse que se pode chegar quando o assunto é vida profissional. Geralmente, algumas profissões acabam tendo mais propensão para esse tipo de estresse agudo. Em especial, aquelas que são ligadas com grandes responsabilidades como médicos, jornalistas, professores, bancários, advogados, juízes, policiais…

Mas não há a classificação de uma ou outra profissão que faça a síndrome de Bournout ser mais ou menos recorrente, na verdade qualquer emprego pode ter pressões e gerar um estresse grande em que está nele e desencadear a Síndrome de Bournout.

Sintomas da Síndrome de Bournout

O principal sintoma da Síndrome de Bournout é a tensão, causando problemas psicológicos e também físicos. Confira algumas dessas manifestações:

Agressividade: esse é um sintoma muito notado por quem vive ao redor da síndrome. Com esse nível de estresse, as pessoas costumam ficar mais agressivas no trabalho e em casa, xingam frequentemente e choram com facilidade.

Isolamento: a sensação de estar esgotado emocionalmente e não querer ver pessoas por associá-las ao estresse do trabalho, faz com que os portadores da síndrome de Bournout queiram sempre estar sozinhas e isoladas.

Entenda a síndrome de Bournout

Cansaço físico e emocional: tanto estresse faz com que a mente se sinta cansada e esgotada ao final do dia, tanto que se isolar e agir com a agressividade sejam algumas das atitudes tomadas por quem tem a síndrome. Mas o corpo também reage a todo esse estresse e é normal que esses pacientes apresentem cansaço físico, estafa e indisposição.

Faltas no trabalho: o estresse no ambiente de trabalho é tamanho, que algumas pessoas chegam a ver o lugar como um pesadelo. Por isso é normal notar algumas ausências, ou mesmo uma cara sempre triste e insatisfeita por parte do funcionário. A razão na maioria das vezes está ligada a esse esgotamento físico e mental.

Memória ruim: quando estamos estressados é natural que nem prestamos atenção em alguns detalhes, ou mesmo esqueçamos algo que acabamos de fazer. Ou seja, a mente começa a dar os sinais de cansaço.

Ansiedade e depressão: outra reação típica de quem tem a síndrome também são os transtornos ligados a depressão e a crises de ansiedade.

Sintomas físicos: como dores de cabeça do tipo enxaqueca, insônia, pressão alta, palpitação no coração e dores musculares.

Diagnóstico a tratamento da Síndrome de Brounout

Ainda é difícil que as pessoas procurem um médico por conta da síndrome, o que é errado. Na verdade a falta de conhecimento faz com que muitas vezes, problemas ligados ao estresse sejam ignorados ou vistos como algo que se trata com  o tempo, o que pode acabar agravando ainda mais o quadro.

Durante o diagnóstico, o médico precisa, principalmente, perguntar ao paciente seu histórico de estresse no trabalho e sobre a sensação de cansaço dele com tudo isso. Feito diagnóstico, o tratamento vai depender do grau em que a síndrome de Bournout tiver.

Pode ser que sejam recomendados antidepressivos ou anti ansiedade para aliviar os sintomas. Mas você e quem está por perto pode se livrar da síndrome antes mesmo de ela aparecer por aqui. Confira alguns cuidados:

Evite se sobrecarregar: isso pode ser negativo para você e fazer com que a pressão no trabalho seja cada vez maior e o estresse, naturalmente, também surja.

Não deixe o trabalho interferir na sua vida pessoal: estabeleça limites, lembre-se que você precisa ter dias para distrair e ficar do lado de quem ama, dos seus amigos e familiares, nada de virar madrugadas trabalhando, ou dar um tipo de liberdade, que faça os chefes sempre te procurarem fora do horário de expediente. O importante é sempre aprender a pôr e a ter limites.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre essa síndrome? Então fique de olho e tente evitar parar sua vida pessoal só pelo trabalho, ter o equilíbrio pelos dois é sempre fundamental e sua saúde agradece. E por falar em saúde, você já ouviu falar em terapias alterativas? A gente mostra no próximo artigo.

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