Recentemente um filme abriu uma discussão sobre o ser humano não ser apenas o olfato, audição, tato, degustação, visão e constituído de ossos, carne e músculos e sim que também devemos levar em consideração a enérgica emocional, energética e astral.

O filme citado chama-se Dr. Estranho, personagem criado na década de 60 para a Marvel que após sofrer um grave acidente o personagem que é um neurocirurgião perde os movimentos das mãos e sem sucesso com tratamentos da medicina tradicional deposita suas esperanças nas práticas orientais e começa uma jornada para compreender que a mente possui um significado muito além do que imaginamos.

Ficção a parte, o filme trouxe uma visão sobre a Neurociência e o avanço que a meditação pode ser utilizada para o tratamento de diversas doenças da mente e do corpo.

Meditação para tratar doenças

A cura além do que podemos explicar

Na medicina, muitas vezes ouvimos falar de fenômenos inexplicáveis através da ciência como pessoas com doenças graves que após esgotar todos os recursos disponíveis procuram alternativas além da medicina tradicional e encontram bons resultados, muitas vezes até a cura e isso abre um precedente que não devemos fechar totalmente os olhos para algo só porque sabemos pouco sobre o assunto ou porque não conseguimos explicar.

Muitas pesquisas foram realizadas e constataram que pessoas que tinham alguma religião ou praticavam a meditação enfrentavam melhor seus problemas de saúde ou apresentavam uma chance de cura maior em relação àquelas que acreditavam apenas na ciência. A Neurociência sempre estudou esses casos com o objetivo de entender qual a ligação entre a meditação e o tratamento de doenças.

Sabemos que a ansiedade é uma condição que muitas pessoas conhecem bem e sofrem por antecedência com base em frustações prévias e esse comportamento desencadeia sofrimento ao menor sinal de que uma situação possa se repetir ou que o resultado não saíra conforme o previsto e temos a tendência de tomar a atitude errada movidos pelo estresse da preocupação e então causamos uma repetição do resultado negativo.

Foi constado que as pessoas que tinham o hábito de orar ou meditar regularmente possuíam um grau menor de ansiedade e no resultado final fazia toda a diferença. A questão é: Como estudar o cérebro e mostrar que essa constatação faz sentido?

A evolução da ciência e a busca por respostas

Nos últimos 15 ou 20 anos o desenvolvimento da RNMF (Ressonância Nuclear Magnética Funcional) que consegue avaliar todos os tecidos cerebrais e a diferença entre eles vem sendo de grande ajuda para a ciência que realiza diversas pesquisas com praticantes da meditação regular e consegue fornecer respostas bem interessantes. Com a RNM Funcional é possível verificar qual a região do cérebro está sendo utilizada quando qualquer individuo tem algum pensamento ou realiza determinada tarefa.

Meditação para tratar doenças

Grande parte dessas pesquisas foi realizada pela Neurocientista de Harvard, Doutora Sara Lazar que utilizou sua experiência pessoal para entender melhor o assunto. Enquanto se preparava para uma maratona, Sara sofreu uma lesão e além de sessões de fisioterapia também foram indicadas a Ioga e a Meditação focando em exercícios de respiração e mesmo sem saber exatamente do que se tratava notou que a prática estava gerando resultados positivos em seu estado emocional que refletiram em suas atitudes de um modo geral e então foi atrás de respostas.

Assim, através de exames de Ressonâncias e Tomografias funcionais descobriu que o córtex pré-frontal de quem medita possui mais massa cinzenta em comparação aos que não meditam, o córtex é associado à memória de  tomada de decisões e trabalho.

A Meditação para tratar doenças

meditação pode auxiliar no tratamento de várias doenças, entre elas o câncer que vem acompanhado de uma série de processos inflamatórios. A atitude do paciente em relação a sua condição pode ser um fator determinante para o processo de cura e por isso a meditação é altamente recomendada. Alguns cientistas acreditam inclusive que a cura pode ser realizada através do comportamento e pensamento e por isso a meditação é funcional.

Pessoas diagnosticadas com transtornos de comportamento e emocionais como depressão, ansiedade e síndrome do pânico, por exemplo, encontraram na meditação um complemento ao tratamento médico.

Meditação para tratar doenças

meditação possui inúmeras modalidades é necessário buscar aquela que mais se identifica.

Entre as formas de meditação, temos a Kundalini cujo objetivo é ter uma respiração adequada e pensamentos mais tranquilos pode ser realizada durante uma dança ou até mesmo caminhada.

Na meditação transcendental, o praticante tem uma experiência mais intensa e é preciso praticar sentado e com os olhos bem fechados  muitas pessoas relatam que chegam a dormir durante o processo tamanho o relaxamento.

Uma das técnicas de meditação mais praticadas está a Zazem, conhecida também como “sentar em silêncio” o objetivo dessa técnica é permitir que os pensamentos fiquem de forma livre e esvaziar a mente aos poucos na medida que a respiração é controlada.

E você, tem alguma experiência com a meditação? Conte para nós.

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Veja também: HIV- Como identificar a doença

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